Portfólio Artístico

Websérie Enlace (2021)

Concepção:

Que corpos são esses que dançam? Qual a história por trás de cada movimento?

Duas mulheres e suas danças o hip hop e o tango, desse encontro de experiências distintas, uma força se cria para surgir um dançar questionador do mundo. A dança como convite para transformar a vida. A partir das histórias de vida e criação das artistas Carol Mendes e Paola Vasconcelos, temos a oportunidade de testemunhar outro olhar sobre essas danças. Um convite para o encontro com o diferente.

Esse trabalho foi desenvolvido através do Prêmio Fumproarte de Dança (2016).

Ficha Técnica:

Concepção: Carol Mendes, Paola Vasconcelos e Ramon Ortiz

Produção Executiva e “Homem”: Ramon Ortiz

Direção Geral, Roteiro e Dançarina: Paola Vasconcelos

Direção Coreográfica e Dançarina: Carol Mendes

Consultoria de Roteiro: Alessandro Engroff

Direção de Arte: Carolina Rosa

Direção de Fotografia: Theo Tajes

Câmera: Theo Tajes

Montagem: Fotografilmes

Animação: Natália Koren

Trilha sonora: Nagui Beats

Faixa “Lábios” Composição, arranjos, produção musical e violinos: Clarissa Ferreira

Acordeon: Renato Müller

Gravado em Estúdio Mochila

Equipe de apoio: Ana Maria de Vasconcelos

Assessoria de Imprensa: Roberta Amaral

Corealização: NECITRA

Vídeo:

malditas (2020-2021)

Concepção:

MALDITAS é um projeto de dança-instalação desenvolvido na residência
artística do GUARÁ – Grupo de Pesquisas Descoloniais em Arte Contemporânea
em janeiro de 2020. Antes da quarentena, MALDITAS ocupava casas ou
apartamentos, buscando furar as “bolhas” de público e, ao mesmo tempo,
romper com a separação entre artistas e espectadores, convertendo todes em participantes ou cúmplices. A pesquisa foi desenvolvida por artistas lésbicas ou
bissexuais a partir de estudos corporais e teóricos do Feminino Monstruoso
[Barbara Creed – The Monstrous-feminine] e da Dança de Salão
Contemporânea. As categorias do feminino estabelecido como monstruoso
[bruxas, guerrilheiras, putas, histéricas, depravadas, lésbicas] foram gatilhos na
reinvenção de modos de dançar, performar e ocupar o espaço doméstico de
maneiras que desestabilizam o papel social normativo destinado às mulheres no
heteropatriarcado.

MALDITAS penetrou na quarentena migrando a pesquisa para o formato online,
desenvolvendo metodologias interativas específicas para a plataforma Zoom.
Nesse contexto, a ocupação do espaço doméstico e a vivência psicorporal
adquirem novos sentidos, cuja potência está em fissurar os resíduos opressivos
da nossa existência biodigital, docilizada, solitária e voyer.
MALDITAS#Aparição2, estágio atual do projeto, trabalha tensões entre erotismo
e luta, oferta e recusa, gerando uma incorporação do feminino em rebelião e um
chamado à revolta coletiva.

Ficha Técnica:


Formato : Online Ao vivo via plataforma zoom
Duração : 45 minutos
Criação: Carina Castro, Debora Pazetto, Kamila Hoffmann, Luiza Machado,
Paola Vasconcelos

Dançarinas: Debora Pazetto, Luiza Machado, Paola Vasconcelos
Curadoria de Imagens: Carina Castro
Preparação corpo-pensante: GUARÁ – Grupo de Pesquisas Descoloniais em
Arte Contemporânea e Karina Collaço

Performance “La Bruja” (2019)

 

Concepção:

Essa performance  trabalha com a imagem da bruxa como dispositivo para estilhaçar no corpo da artista os resquícios remanescentes de “boa dama”. A artista realiza uma pequena ação performática através da relação com o objeto “saia” como parceira de dança, buscando  tecer imagens, sons e movimentos que convocam estados que extrapolam a condição social de mulher-humana.

Venho desde 2006 trabalhando com dança de salão, e sempre possui um envolvimento muito grande nos processos de criação. Assim, ao longo do meu percurso enquanto profissional estive investigando os procedimentos e princípios que se fazem presentes na dança de salão como disparadores de processos criativos para cena. Essa proposta reúne a articulação de meu trabalho enquanto performer e artista permeando a dança de salão contemporânea, o malabarismo e teatro. A relação corpo-objeto foi tema da minha pesquisa de mestrado, na qual desenvolvi a performance “Um Tango em Clave”, que tinha como disparador essa busca por desenvolver danças performativas com objetos partindo da dança de salão. Dentro dessa articulação já compus também o espetáculo Corpobolados, e fui orientadora cênica do trabalho Espaço Arcabouço.

La Bruja surge de um momento de imersão nas problematizações sobre gênero e arte feminista decorrentes dos últimos anos de pesquisa no doutorado em artes cênicas na Unirio. Essa performance com cunho auto-biográfica investiga os territórios a serem desconstruídos no corpo da artista. Desconstruir as normatividades que habitam em mim, especialmente a partir da formação em dança de salão. Destruir a dama que remanesce em meu corpo, passiva e dócil.

Nesse sentido, La Bruja, apresenta um corpo fragmentado, jogando com a construção dessas imagens monstruosas e animalescas. Compondo com esse imaginário que estilhaça o que seria um corpo belo e dançante. Reconfigurando esse corpo de mulher a partir de outros prismas, buscando imagens de mulheres que ao longo da história foram desviantes como a bruxa, a histérica, a louca, entre outras.

Ficha Técnica:

Concepção e performer: Paola Vasconcelos

Orientação Cênica: Débora Thomas

Composição Musical: Azulay Touareg

Vídeos:

Ensaio “La Bruja”: pesquisa corporal com a saia

 

 

Intervenção “Um Tango em Clave” (2014-2015)

Intervenção realizada no Saguão da Reitoria da UFRGS. Foto de Yamini Benites.

Intervenção realizada no Saguão da Reitoria da UFRGS. Foto de Yamini Benites.

Concepção:

Encontro entre matérias vibrantes. Duas potencialidades disparando diálogos. Corpo e objeto se relacionando e potencializando movimentos, a relação desse contato sendo pautada pela improvisação e pela referência sonora do tango. O tango surge como um rastro nesse processo, pois emerge da experiência principal do corpo da artista-pesquisadora e seu ponto de partida para pensar o diálogo entre os corpos. A Clave objeto escolhido, é deslocada da função circense tradicionalmente concebida, para existir como matéria vibrante que a partir do contato do corpo da artista irá estabelecer fluxos e movimentos decorrentes do ato de coexistir dançando.  Proposta efervescente construída a cada instante, a cada pausa, encontro, desencontro e especialmente a cada lugar que acolhe essa relação.

Ficha Técnica:

Concepção, figurino e em cena: Paola Vasconcelos

Artista Colaborador e Técnica: Gabriel Martins

Orientação: Mônica Fagundes Dantas

Produção: Paola Vasconcelos

Apoio cultural: Necitra

Duração da Intervenção: 60 minutos

Playlist de vídeos do trabalho:

https://www.youtube.com/playlist?list=PLUUBe3ktS832nHmsSes0pRdYqaz5Ab1Ts

 

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